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Uma universidade reimaginada...

Na Multiversidade, acreditamos que a aprendizagem pode ser prazerosa e profunda, divertida e séria, sonhadora e realizadora ao mesmo tempo. Os programas da MV são desenhados para quem quer viver uma experiência de construção de comunidade e aprendizagem livre. Cada pessoa é responsável pelo seu próprio caminho, podendo contar com as outras pessoas da turma e com os facilitadores e facilitadoras durante o processo.

A Multiversidade surgiu em 2015 a partir de dois encontros de cocriação nos quais a pergunta básica foi “Como seria a universidade dos sonhos?” Em 2016, a primeira turma foi formada, abrindo caminho para outros projetos como o percurso Novas Economias.

Por meio de encontros que chamamos de “pulsos”, os programas da MV buscam criar um ambiente de acolhimento e aprendizagem colaborativa, convidando as pessoas a se tornarem protagonistas de seus caminhos de aprendizagem. Queremos, assim, que mais pessoas aprendam a aprender.

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EQUIPE

Adriana Julião

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Ampliei minha consciência sobre aprendizagem autônoma enquanto cursava mestrado em Direito em Stanford. Dentro de uma organização formal, em uma conhecida aula de criação de startups na escola de negócios, vivenciei intensamente o valor da educação informal e autodirigida.

Desde que abandonei a carreira jurídica, tenho atuado em projetos de crescimento de startups nos EUA e no Brasil, em áreas de negócios de empresas b2b e b2c. Minha trajetória autodirigida e a vontade de transformar experiências educacionais me trazem hoje ao estudo e à aplicação de práticas relacionadas à autonomia dentro e fora das escolas.

Vejo o autoconhecimento e a aprendizagem autônoma como instrumentos essenciais para o desenvolvimento humano. Pratico badminton, yoga e "aprender a aprender"! :)


Alex Bretas

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Ter criado meu próprio caminho de educação mudou radicalmente minha vida. Em 2013, depois de me formar em administração pública e trabalhar no governo, percebi que queria (e precisava!) viver outras experiências. Essa decisão me fez viajar pelos interiores do país como consultor e facilitador, além de abrir meus olhos para o campo que continua me fascinando até hoje: aprendizagem autêntica.

Foi aí que decidi não apenas fazer um doutorado informal sobre esse tema – nascia ali o projeto Educação Fora da Caixa –, mas também ajudar a articular um movimento que inspirasse mais pessoas a se lançarem em percursos educacionais autônomos. Ao longo desse processo, chegamos até a fundar uma nova CAPES, composta pelas iniciais dos cinco princípios do doutorado informal: Curiosidade, Autonomia, Percurso, Entrega e Sabedoria.

Mais recentemente, um sexto princípio tem aparecido com cada vez mais força: Comunidade. É isso que queremos construir na Multiversidade: uma comunidade de pessoas que se apoiam na escavação de suas descobertas, que se entremeiam para transformar o mundo.

Tenho 25 anos, sou taurino, mineiro e amo escrever e facilitar processos. Escrevi dois livros, traduzi mais um e sinto que vem mais coisa por aí.


Camila Farias

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Tive a sorte de crescer acreditando que aprender é divertido. Sempre fascinada pelo processo de aprendizado e motivada a expandir meu mundo, fui estudar engenharia em uma faculdade militar (IME) e depois educação e tecnologias em Stanford, uma universidade bastante interdisciplinar e liberal.

Sempre me perguntei porque deveríamos ser aprendizes somente em períodos determinados pela educação formal. Como é possível estar constantemente em um estado de excitação por aprender algo novo, ao mesmo tempo em que se contribui ativamente para a sociedade?

Trabalhei com startups de educação e nos mercados financeiro e de telecomunicações. Fundei um projeto social e participei do movimento de empresas juniores na faculdade.

Morei em Belém, na Ilha do Marajó, no Rio de Janeiro, em Palo Alto, e agora aportei em São Paulo. Gosto de ver o mundo de vários ângulos.

Sou apaixonada por livros, tecnologia, sociedade e pessoas. Mas se meus olhos estiverem brilhando, é porque o tema da conversa certamente é educação!


Conrado Schlochauer

Aos 16, dava aula particular. Aos 18, estudando na FGV, organizei meu primeiro seminário. Aos 22, abri a empresa de educação corporativa que tenho até hoje, a Affero Lab. Hoje em dia, escrevo, palestro e dou workshops.

Tenho um prazer maluco em aprender o tempo todo. Viajo e consumo com esse fim. Gosto de ser aprendiz, e não aluno. Passei por um mestrado em criatividade na PUC/SP e um doutorado em aprendizagem informal e autodirigida no Instituto de Psicologia da USP sem nenhum outro interesse que não o de ter uma experiência significativa de pesquisa.

Fiz a revisão técnica do livro “The Adult Learner” do Malcolm Knowles, um clássico da andragogia. Meu foco de pesquisa hoje está nas fronteiras entre transformação digital e aprendizagem.

45 anos, casado com uma pedagoga, pai de três, músico bissexto e maker desde antes de existir esse termo, atuo ainda como conselheiro no Garagem Fab Lab.

Em resumo: apaixonado por aprendizagem. Mais especificamente lifelong learning, ou aprendizagem ao longo da vida. Por isso, vejo a Multiversidade como um espaço multietário, multicarreira, multipaixões.


Jorge Leite

Precisei estudar cinema, matemática e relações internacionais até entender que meu interesse era na verdade pela própria aprendizagem. Nos últimos anos tenho desenvolvido um estudo independente nessa área procurando conhecer pessoas, lugares e ideias diferentes. Acredito que podemos aprender melhor se estivermos mais cientes das motivações, dos processos e do tipo de conhecimento que buscamos.

Trabalhei por mais de 10 anos na área de mídia em empresas e projetos de diferentes tamanhos, assuntos e perfis.

Sou fascinado por cultura e atualmente estou tentando me livrar do vício em informação.

Procuro transitar entre o bagaceira e o refinado.

Para puxar um papo comigo, outros bons caminhos são: cidades (São Paulo especialmente), histórias em quadrinhos e futebol.

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Rede de mentores